quinta-feira, 28 de janeiro de 2021


 BRIGADEIRO

-1 Caixa de leite condensado
-1 Colher (sopa) de margarina sem sal
-7 colheres (sopa) de achocolatado ou 4 colheres (sopa) de Chocolate em pó
-Chocolate granulado

Modo de Preparo

Em uma panela funda, acrescente o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó.
Cozinhe em fogo médio e mexa até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela.
Deixe esfriar e faça pequenas bolas com a mão passando a massa no chocolate granulado.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021


 

Abolindo o mal


            Desaprendemos a nos conectar com nosso Planeta.

           A Terra, como tudo no Universo, continua viva, pulsando, vibrando, fervendo, esfriando, florindo, transformando… mil ações, eternamente gerúndio, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Galáxias explodindo, estrelas bebê ensaiando seu brilho, astros velhinhos, idosos, vermelhos já, sua última cor, ou mortos em perenes trevas.

            Espaços marítimos ainda desconhecidos, alimentam animais de formas e tamanhos inimagináveis, a milhares de metros de profundidade… Vida, cores, algas, corais, peixes e mamíferos, alguns catalogados, outros mergulhados em mistério, desconhecidos do Homem.

            Cosmos estelares, espaços aqui mesmo na Terra, ainda tão inexplicáveis, quanto os hieróglifos nas cavernas dos nossos primeiros ancestrais, aguçam nossa imaginação e estimulam nossas pesquisas em busca do conhecimento de tudo a nossa volta.

            É por isso mesmo, que está mais do que na hora de tomarmos CONSCIÊNCIA  que forças e vibrações estão fazendo e desfazendo, interferindo e agindo sobre nós, como as marés que, humildemente, obedecem à força do nosso satélite Lua.

            Em posse da prova quântica desse poder irrefutável do Universo, de seus movimentos e vibrações em nossas vidas, conhecendo o quanto nossa consciência está conectada a esse PODER vultoso e poderoso, deveríamos nos alegrar e reagir com euforia santa, cósmica, pois, o controle de tudo que nos acontece, de bom ou de ruim, é obvio que está dentro de nós, desde o Big Bang. Somos partículas da Criação de Deus

            Colocamos nossa CONSCIÊNCIA em pensamentos positivos, “bons e agradáveis aos olhos de Deus”, o bom e agradável nos alcançará, assim como o contrário é verdadeiro. Pessoas que vibram no mal, o seu eu está no mal, ele atrai o qué força má dos cosmos, que não têm o entendimento do que é bom ou ruim para os seres humanos… Mas somos criaturas de Deus, ele nos deu a consciência, o pensamento, a noção do: ”Penso, logo existo.”, como disse o pensador René Descartes, referindo-se à capacidade exclusiva de conhecer e estabelecer a verdade

            Conquanto, ainda há quem atraia o que não é bom, sem perceber que tudo é de sua responsabilidade. Quem for negativo e desesperançoso, tem esse código de barra na testa, metaforicamente falando, e coisas ruins acontecerão em sua vida.

            Mas, se alguém, qualquer pessoa, ao contrário, for alguém de muita positividade, detentor da Fé e ESPERANÇA, se souber meditar no Bem, ela poderá esperar, conectar-se com a luz do Criador e tudo lhe será acrescentado. Isso é Física, Ciência, com o poder de CURA, AMOR, CARIDADE e coisas muito boas visitarão a sua vida.

            Não é mágica. É levar a vida, simplesmente, desejando o bem de toda humanidade e evitando o “baixo astral”.

            Aprenda com o passado, olhe para o futuro, acolha o presente e abrace a ESPERANÇA! Ela, sim, fará milagres em você.

 

           

           

           

 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021


                         

                        Trovas

                        Esperança é bem verdinha

E se busca sem cessar

Flor que nasce na campina

Lembre se de a bem regar



Bem lá longe no horizonte

Navega um barco a fugir

Com a minha verde fonte

De esperança a desistir…



Espera vai não embora

Ele fica na lembrança

Esperança nunca chora

Guarda sempre na memória


terça-feira, 19 de janeiro de 2021

O sapinho esperançoso

 Um sapinho bem dormia

Sonhava que sonhava

E sua linda  princesa

Nunca aparecia


Acordou chateado

Pulou dali pra outra flor

O Esperançoso não entendia

Que Princesa não o queria não

Esperançoso só não sabia

A origem daquela dor

Nunca ouvira que a bruxa

Um príncipe enganou

E na beira daquele lago

Noite escura sem Lua

O filho do rei ela encantou


Enfeitiçou o moço lindo

Em sapinho  verde transformou

Desde então a princesa boa

Atrás do sapinho verde andou

Sofreu pelos caminhos

Dormiu, chorou e procurou


Um dia ela viu essa paisagem

E numa pedra se sentou

Viu um sapinho que esperava

Na flor do lago a cantar

Era charmoso e bonitinho

Com uma coroa a ostentar


É meu príncipe, eu sei que é!

E colheu a flor pra si

O sapinho acordou num susto

A princesa azul estava lá!

Ganhou um beijo dela e ...Pluft

Um príncipe lindo surgiu

E o sapinho Esperançoso

Com a princesa fugiu!


sexta-feira, 15 de janeiro de 2021


 

INGREDIENTES

  • 1/2 embalagem de espaguete
  • 1 peito de frango
  • 1/2 lata de milho verde cozido
  • 1/2 copo de requeijão
  • 1 cebola picada bem miudinha
  • 2 dentes de alho bem amassadinhos
  • 2 cubos de caldo de galinha
  • 1 colher de sopa de cheiro verde picadinho
  • 1 lata de creme de leite com soro
  • 2 colheres de sopa de mostarda
  • 100 g de mussarela
  • 3 colheres de azeite
  • 2 copos americanos de água
  • Sal a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Coloque o macarrão para cozinhar como de costume.
  2. Em outra panela coloque o peito de frango cortado em pedaços grandes com os 2 cubos de caldo de galinha e os 2 copos de água.
  3. Leve ao fogo até que o peito de frango esteja bem cozido e macio.
  4. Quando o peito de frango estiver cozido, retire-o da panela e reserve o caldo.
  5. Desfie o frango grosseiramente com o auxílio de um garfo.
  6. Coloque em uma panela o azeite e doure a cebola e o alho.
  7. Refogue o frango desfiado, mexa um pouco e despeje 1/3 do caldo do cozimento do frango, mexa um pouco e em seguida adicione o milho, a mostarda e o requeijão, mexa bem.
  8. Quando esta mistura estiver borbulhando, apague o fogo e despeje o cheiro verde e o creme de leite.
  9. Despeje o macarrão já cozido e lavado em um prato refratário e em seguida o molho de frango, cubra com a mozarela e leve ao forno para gratinar.
  10. Sirva em seguida.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021


 A menina e a Venda

                 Naquela manhã de sol, perdida no tempo de todos os tempos, uma menina franzina para os seus sete anos, toma seu café preto com um pedaço de pão amanhecido que sua mãe chamuscara nas chamas do velho fogão.A manteiga derretida no pão ainda quente, os queimadinhos crocantes, traziam-lhe o sabor de um gostoso sábado de verão.

            À sua frente, o cenário comum de uma cozinha simples como tantas outras naquela vila de operários, a Vila das Graças.

            Irrequieta, sensível, ela se agita, balança os pesinhos por debaixo da mesa, numa incontida felicidade que explode dentro dela. Era sempre assim a menina da Vila. O cheiro gostoso do café recém - coado, a voz da sua mãe cantarolando no quintal, o seu pé de goiaba esperando lá fora, o piso de ladrilho tocando seus pés descalços... Ela não sabia bem o que a fazia querer falar sempre, com seus amigos encarnados em um pé de couve do quintal, ou em  um cavalo de pau ... um pé de goiaba...

            De repente, a voz de sua mãe tem o poder de pescá-la de seus sonhos e trazê-la de volta á cena do café que ela engole com avidez.

            -O que é, mãe?

            -O que é? Sua malcriada!

            -Senhora!!!    

            -Ah! Bom. Coma logo e vá buscar uma lata de massa de tomate para a mamãe na venda do seu Zé. Não esqueça a caderneta.

            Não era longe. A avenida “F”, onde ela morava ,possuía duas ruas de terra batida separadas por um canteiro de mato  crescido ,onde, por toda a extensão da avenida, ficavam as gigantescas torres com grossos fios de alta tensão. Uma cerca de arames farpados proibia às crianças o acesso ao mato debaixo das perigosas torres. A menina só precisava passar pelo  buraco feito na cerca, percorrer a trilha de terra amarela aberta no matagal , atravessar a outra rua , e pronto, na esquina , ficava o armazém. Fácil. Ela já estaria quase lá ,e, como todas às vêzes, esperaria ser atendida brincando nos tambores com milho e feijão.

            -O que vai ser desta vez, minha pequena? Pergunta –lhe, de repente , seu Zé. 

            -Hi!!!Esqueci...Espera aí.

            Corria até a porta da venda e gritava a plenos  pulmões em direção da sua casa:

            -Mmmmaaaêêê!!!!! O que é mesmo para comprar?

             A mãe aparecia no portão puxando o fôlego.

-Uma lata de massa de tomate! 

            Um dia, a menina estava brincando no seu pé de goiaba que passava, como num passe de mágica, de um trapézio de circo a um amigo que sabia ouvi-la, quando sua mãe a despertou:

            -Mina filha!

            -O que é?

            -O que é?È assim que se responde?

           -Senhora!!!

            -Vá ao armazém e me traga um quilo de farinha de mandioca. A caderneta está sobre a mesa.

            A menina desceu de sua nuvem, desligou a lua, encarou o sol e o céu azul e pulou da goiabeira.

            -E não me vá esquecer o que você tem de comprar, heim! , disse a sua mãe. È melhor você ir repetindo baixinho pelo caminho “ um quilo de farinha de mandioca”, assim você se lembra e não vai precisar ficar berrando à porta do armazém até que eu anuncie para a vila toda o que você vai comprar.

            E assim , lá se foi a menina descalça, sacudindo as tranças, passando por  debaixo da cerca de arame, correndo na trilha de terra  batida, até ganhar  o outro lado da avenida...

            -Um quilo de farinha de mandioca, um quilo de farinha de mandioca, um quilo de farinha de mandioca ... repetia ela baixinho.

            Absorvida, não ouve o barulho de uma carroça que se aproxima, e os cavalos quase a atropelam.

            -Oi, minha menina! Aonde vai com tanta pressa?

            Era o seu tio Modesto, carroceiro experiente, que puxando as rédeas em tempo, consegue salvar a sobrinha.

            Minutos depois, tio Modesto entra na casa da menina juntando as sobrancelhas com um ar preocupado.

            -Alguém pode me dizer o que acontece com minha sobrinha? Eu passei por ela ainda pouco, e ao invés de ouvir o costumeiro “sua benção tio”, eu ouvi:

            -Um quilo de farinha de mandioca, tio !

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021


 

BOLINHO DE ARROZ

INGREDIENTES

  • 2 xícaras (chá) de arroz cozido

  • 1/2 xícara (chá) de queijo ralado

  • 1/2 xícara (chá) de leite

  • 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado

  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

  • 1/2 xícara (chá) de amido de milho

  • 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo

  • 3 ovos

  • óleo para fritar

MODO DE PREPARO

  1. Em um recipiente, misture todos os ingredientes até criar uma massa firme e encorpada.

  2. Molde os bolinhos e frite-os no óleo quente, até que fiquem dourados.

  3. Escorra sobre papel absorvente.


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

A Menina e a Fábrica
Sentada na rede do rancho, no quintal da casa de seus avós, a menina podia ver a grande chaminé de tijolos vermelhos da fábrica de juta. Olhando para o fundo do quintal, ali estava, entre as laranjeiras, o portãozinho do muro que separava o pequeno pomar do avô e o “campo da juta” como era chamada a grande área baldia com matos crescidos, por onde os operários tinham de atravessar para chegar à fábrica de Juta. A menina sempre achara uma sorte o avô Bibo morar tão perto de onde trabalhava. Já sua avó tinha de caminhar bem mais para chegar ao seu trabalho na “C.T.I.”, fábrica de tecido.
Agora, a chaminé soltava uma fumaça negra que parecia não se incomodar com os urubus que, em bando, formavam uma ciranda de pontos negros em volta dela, sempre circulando no fundo azul do céu.
O estridente barulho que vem do alto da chaminé a faz estremecer de susto. É o apito que avisa os operários da hora de troca da turma de trabalho.
Um apito longo, queixoso, que chegava a doer os ouvidos para depois ir diminuindo seu barulho ,bem devagarzinho, até desaparecer num sussurro agonizante.
Os que estavam atrasados, apressavam-se.
Um segundo apito seria ouvido dali a poucos minutos. Um apito forte, breve, bem seco e implacável. Era o “Pu”, como os operários o chamavam. Ao término desse som, eles deveriam estar cada um à frente de sua máquina de trabalho para mais uma
jornada.
A menina aprendera a temer o “Pu”. Na verdade, esse apito representou em sua vida um primeiro contato com a realidade, um compromisso de
responsabilidade, obediência e luta.
Seus avós, cada um trabalhando numa fábrica, revezavam-se em turnos. O mesmo apito que chamava ao trabalho, também anunciava o descanso aos que vinham de acabar sua labuta.
Se a menina estivesse fazendo qualquer coisa que fosse, ela largava tudo ao ouvir aquele silvo estridente e forte, e ia até o muro da sua casa para ver aquela gente de rostos cansados, mas felizes, que voltava à sua casa. Traziam todos, dependuradas na cintura, pequenas garrafinhas verdes vazias de guaraná que eles aproveitavam para levar o café engolido frio em meio ao barulho das máquinas.
A procissão alegre de operários barulhentos parece não ter fim. Os olhinhos da menina buscam uma figura em especial. É um anãozinho ruivo a miniatura que a encanta tanto. Ele sorri todas as vezes para ela, como se já a esperasse. Ela abaixa a cabeça envergonhada.
Sua mãe lhe ensinara não reparar nas pessoas diferentes. Mas lhe era irresistível olhar o anãozinho e imaginar se ele brincava de trabalhar.
Ele tinha o seu tamanho! Como podia ter aquela imagem de um homem velho? Como?
Quando erguia a cabeça ainda podia ver a pequena figura voltar-se para ela e lhe sorrir.
Aos poucos, a rua ia ficando deserta...até a saída do próximo turno
da fábrica.
A menina se deixava ficar mais um pouco no jardim fazendo do que ela mais gostava: imaginando. Não adiantaria não crescer como o anão não cresceu. Um dia ,ao poucos, ela teria de deixar o mundo do faz- de- conta e, irremediavelmente, ouvir os apitos da vida que, eternamente, despertariam - na para a realidade...
-Filha, venha almoçar!