quarta-feira, 25 de novembro de 2020

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

                                        
       Barcelona
 Já em terras espanholas, no jardim de um castelo do qual não me recordo o nome, almoçamos um piquenique improvisado, à base de vinho, pão, queijo e presunto cru, algumas azeitonas e tomates.
Barcelona é uma cidade muito grande, moderna, progressista, diferente de tudo o que se vê mesmo nas grandes cidades francesas, onde a paisagem medieval impera. Em lá chegando, não foi difícil achar um estacionamento perto do endereço do Mário, que nos aguardava ansioso em seu pequeno mas agradável apartamento, por sinal, bem central e perto mesmo do calçadão maior e mais famoso de Barcelona, a Allambra.`É uma espécie de Shopping a céu aberto, centenas de pessoas passeando, apreciando vitrinas que exibem os mais luxuosos artigos da Europa, perfumes, grifes famosas de roupas, os mais sofisticados e caros sapatos...Enfim, tudo o que nosso sonho de consumo poderia comprar. Mas só apreciar, o que já é delicioso: tomar um sorvete de pistache, ou um café expresso com creme, açúcar e canela...Ou à noite, entrar num daqueles barzinhos especializados em tira-gosto e reparar, mesmo nos mais tradicionais, aquela imundície pelo chão do bar, restos, papéis, lixo e mais lixo. Não dá para acreditar, mas é tradição mesmo, e já virou atração turística. As pessoas vão comendo e jogando ossos, caroços de azeitona, palitos, guardanapos, tudo no chão. Mas são só nesses tipos de bares onde se pode ver sujeira... A Espanha, como toda Europa, prima pela limpeza, embora faça par com Portugal na semelhança com o “jeitão” descontraído do Brasil.
O Mário já morou há muito tempo em São Paulo e fala um português perfeito, só é engraçado quando ele usa gírias que já desapareceram, de há muito, do nosso vocabulário. Amante da Linguística, gosto de observar esses fenômenos da língua viva e em constante evolução. Ele adora as nossas músicas e é um chargista muito talentoso, embora não profissional.
Em um dos passeios, fomos ao Porto e me encantei com a estátua de Colombo, lá no alto, sobre um pedestal, apontando com o braço estendido e dedo em riste, as terras adivinhadas e descobertas por ele, do outro lado do oceano.
Não podíamos deixar de visitar também a Catedral da Sagrada Família, uma construção completamente diferente de tudo quanto é estilo conhecido, o estilo de Galdi, um arquiteto que deixou sua marca em algumas construções na Espanha, mas que teve sua vida ceifada num acidente, em pleno projeto da construção da Catedral. Como nunca desenhava aquilo que, só na sua imaginação arquitetava, Galdi levou consigo seu estilo, que de tão próprio, não há arquiteto no mundo que consiga terminar a Catedral de maneira que diferenças, com o estilo dele, não sejam percebidas. Assim, por muito tempo, essa será ainda, uma obra inacabada.
Na região de Martoreli, Montserat também oferece aos turistas, uma excursão de peregrinação porque a Catedral da Nossa Senhora de Montserat fica no alto da montanha, e a estrada de acesso, cheia de curvas, lembra o caminho para se chegar ao Cristo Redentor do Rio de Janeiro. Muitas pessoas sobem pelas escadas e os peregrinos visitam a Basílica aos milhares, lembrando de perto, a Basílica de Nossa Senhora de Aparecida. Ainda mais, que a Santa também é negra e muito amada na Espanha.
Tarragona é uma região onde se pode encontrar, cidades mais antigas como Mont Blanc, mas também tem Vila Nova, uma cidade que é uma miniatura de Barcelona. Até o calçadão como a Allambra, foi feito lá. As adegas da cidade são especializadas numa bebida muito parecida com o champanhe francês, mas os espanhóis se ofendem se assim a chamarmos. Temos de usar o termo deles: Cava. Você jura que está tomando um champanhe, mas é Cava.Não faça essa comparação perto de um espanhol. Escolhemos então, uma das adegas e nos sentamos para provar a cava acompanhada de chouriços e queijos.
Anny, filha do Mário me levou para comprar uns “pinta- lábios”, como eles chamam os batons, e depois fomos todos, após o almoço, visitar o Castelo Nacional, seu parque, alguns monumentos, dentre eles, o Monumento das Olimpíadas. Do Forte Museu de Montjuic, avistamos toda cidade, sua Catedral, o oceano no horizonte, os navios no porto, lindo!
Na volta para a França, fizemos a estrada da Costa Brava, um caminho montanhoso beirando o mar que joga fortemente suas ondas nos rochedos lá embaixo, nos precipícios. É aterrorizante e ao mesmo tempo mágico e poético.
Na divisa, um Farol é parada obrigatória. A vista, as barracas de degustação de vinhos, os souvenirs, são um convite ao descanso. Atravessamos Perpignan, em Bezier tomamos a aute route, o que nos ajudou a chegar mais rápido. Chovia muito.19h, chegamos em Tarascon.
À bientot!!!!

quinta-feira, 12 de novembro de 2020


 

Rumo à Espanha Marcus

         Decidida a data de partirmos rumo à Espanha, além das malas, óbvio, mapas e estratégias foram planejados de maneira tal, que pudéssemos visitar um casal amigo que Antoine não via há muitos anos. Para isso, teríamos de atravessar os Pirineus, uma cadeia de montanhas muito famosa já perto da fronteira com aquele país.

         A primeira parada foi em Carcassone, uma linda cidade medieval, em si mesma, uma grande fortaleza com ponte levadiça na entrada, sobre o fosso e telhados das casas e castelo, todos em pedra ardósia, reluzentes ao sol. De longe, a visão do conjunto, dava-nos a impressão de estarmos num livro de conto de fadas.

         A seguir, depois do lanche, rodamos até Mirepoix. De repente, encontramo-nos em meio a uma praça circular, como um pátio entre casas comerciais cuja curiosidade era o madeiramento dos prédios e ranchos que abrigavam as barracas dos expositores.Todos os troncos roliços e enormes e todas as tábuas trabalhadas passaram antes por 70 longos anos debaixo das águas dos rios locais, mergulhadas num sono profundo. Só depois, prestaram-se à construção do mercado da cidade, que assim, viu-se coberto por madeiras resistentes a todo e qualquer tipo de cupins ou vermes de madeiras. Até as casas foram assim construídas.

         Depois de Foix, uma cidade que abriga um castelo muito charmoso como sua Villa, chegamos a Marcus às 17 h, o lugar onde habita Claude e sua mulher André. Passada a emoção do reencontro, almoçamos endives au four e bifes. À tarde, enquanto André foi à massage, Claude nos levou para visitar uma caverna subterrânea, cujo trajeto se faz de barco, e o remador nos adverte a toda hora para termos cuidado com as cabeças que quase tocam o teto da caverna, tão apertado o leito do rio que singra o seio da terra. O ar, quase irrespirável, tem uma umidade de 90%. Passei mal, como a maioria das pessoas, mas nada que tirasse o encanto daquele lugar de escuridão eterna, mas resplandecente aos jogos de luzes artificiais refletidos nas rochas ricamente trabalhadas pela natureza.

         Ah, num dos passeios pelas redondezas, descobrimos uma Tarascon sur Ariege (nome da região) e maior coincidência ainda, uma cidade vizinha com o nome de Beaucaire, como as nossas cidades na região de Bouche du Rhone. No mesmo passeio, visitamos um castelo cuja história nos leva de volta ao tempo da inquisição da igreja. Dizem que nele foram queimadas vivas, muitas pessoas que cultuavam o espiritualismo. (Catari). Nos jardins, os iris floresciam, alheios à tragédia ocorrida no lugar. O nome do castelo? Montségur, no alto de um rochedo.

Por onde fôssemos, a paisagem dos Pirineus nos acompanhava, linda, com suas montanhas cobertas de pinheiros e cerejeiras selvagens, brancas de uma florada digna de um calendário europeu. Uma “fontaine” intermitente chama a atenção dos turistas à margem da estrada. Paramos. As águas da fonte, param de jorrar num intervalo de 35 a 35 segundos. Um fenômeno natural. Uma barraca aproveita a parada turística e vende” les orrilletes” com chocolate quente. São, como se fossem, tirinhas de massa bem fininha de pastel, fritas e depois salpicadas com açúcar e canela.

         No dia seguinte, 1 de maio, feriado universal, as pessoas trocam bouquets de miguês, uma tradição na França. Foi nesse dia que deixamos Marcus, após uma chorosa despedida de Claude e André. Andrée é um nome usado tanto para homens como para mulheres na França. A caminho da Espanha, quanto mais subíamos os Pirineus, mais nos deparávamos com a neve que deixava a paisagem cada vez mais branca. Paramos em Pas de la Case, fizemos umas comprinhas e fomos para Andorra onde almoçamos. Na mesma tarde, chegamos a Barcelona. Mas isso é um assunto para o próximo artigo

         À bientot!    

terça-feira, 10 de novembro de 2020


 Zaragoza

Viemos sem parar até Zaragoza.

Sem Ter planejado isso, numa dessas Cristocidências, nunca eu poderia imaginar estar testemunhando ao vivo e a cores, marcas de um passado santo e longínquo, quando Maria, mãe de Deus, Marta, irmã de lázaro, Maria Madalena, e outros conhecidos discípulos de Cristo, atravessaram o Mar mediterrâneo, em frágeis barquinhos, para trazer as boas novas da Palavra do Salvador.

Ao chegarmos à Zaragoza, à noite, ficamos impressionados com a cidade. Linda. Todos os monumento e catedrais ricamente iluminados. Depois de nos acomodarmos no Hotel Holgado, ali mesmo jantamos. Marie e Robert pediram garbansos com orejas (grão de bico com orelha de porco). Eu e o Antoine, pollo com pisto. O flan da sobremesa estava um “tijolo” e fomos digeri-lo passeando pela cidade. A praça das ruínas romanas, o mercado, a Catedral de Nossa Senhora do Pilar, nos deixaram encantados.

Às sete horas da manhã, estávamos entrando na Catedral para conhecê-la. Já tínhamos tomado café, e após a visita à igreja, retomaríamos o caminho de volta à França.

Mal sabia eu que depararia com o mais autêntico testemunho vivo do Evangelho. Contam os guias turísticos, que, alguns anos após a Ressurreição de Cristo, Maria, Maria Madalena, Lázaro, e outros, como citei na carta sobre a história de Tarascon, pisaram em terras próximas do litoral mediterrâneo para pregar a Palavra. Assim, Maria, mãe de Deus, presenteou a Vila de Zaragoza com um Pilar de pedra, para edificarem a Igreja do Senhor, naquela praça onde hoje, está edificada a Catedral. Lá dentro, atrás do altar, ainda se pode ver o Santo Pilar. Aos seus pés, um degrau de rocha, rústico, ainda resiste aos milênios, gasto que está pelo uso de tantos e tantos fiéis que por ali passam, ajoelhando sobre ele, rezando e beijando o Pilar doado pela mãe de Deus. No lugar onde os peregrinos passam a mão no pilar e o beijam, também os desgastes na pedra se fazem presentes.

Foi aí que descobri a origem do nome dado à Nossa Senhora do Pilar. E olha que temos uma igreja dela, histórica e linda, bem aqui no centro de Taubaté.

Bem, retomamos emocionados, a viagem para Lérida, já a caminho da França.

Desta vez, pudemos apreciar toda a Costa Brava nitidamente. As rochas beiram todo o caminho, emparedando as barrancas, confrontando-se estrondosamente com as ondas colossais que estouram sobre elas, oferecendo, durante toda a travessia da costa marítima, paisagens de nos fazer suspender o fôlego. Mirantes estratégicos oferecem fotos espetaculares. O tempo estava aberto na nossa volta, por isso nos deliciamos com a Costa Brava, diferentemente da nossa ida.

Ainda na costa, paramos em Lloret del Mar. Comemos uma deliciosa Paella. Já em Pertus, compramos doces para as crianças marroquinas que moravam em cima de nosso estúdio. Chegamos a Tarascon, às dez horas da noite, dando graças a Deus pelo carro ter conseguido nos trazer, após apresentar um forte barulho, pelas alturas de Nimes, sãos e salvos.

Allors, a bientot et c´ est fini la voyage a Portugal...

OBS: História de Nossa Senhora do Pilar

O apóstolo Tiago encontrava-se em Cesaraugusta, nas margens do rio Ebro, junto a um pequeno grupo de convertidos que tinham escutado e acreditado na sua pregação. Ainda assim, os restantes cesaraugustanos não acreditavam no apóstolo, pelo que este começou a perder forças e a questionar-se sobre se teria sentido continuar a espalhar a mensagem de Jesus nesta terra. Quando a sua fraqueza pelo desânimo lhe fez perder o seu valor, viu Maria, a mãe de Jesus, rodeada de anjos que vinham desde Jerusalém para confortá-lo e renovar os seus ânimos. A Santíssima Virgem entregou a Santiago o Pilar, a Coluna de jaspe que hoje sustenta a sua imagem, como símbolo da força que devia ter a sua fé. Este episódio sucedeu-se na madrugada do dia 2 de Janeiro do ano 40 do século I. Maria conversou com Santiago e encarregou-o de levantar um templo sobre a Coluna ou Pilar que trouxe, convertendo-se assim no primeiro santuário Mariano da cristandade.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020


 Deixamos a suntuosidade de Sintra rumo a Cabo da Roca.

         Como a chuva não nos dava trégua, comemos um lanche rápido, dentro do carro e, nos assustamos com a violência do mar, já no litoral da Roca. Chegamos a presenciar o resgate de um pescador que caíra ao mar. Helicópteros, e muito movimento de policiais, fazia a manhã ainda mais assustadora.

         Cabo da Roca é o ponto extremo da Europa. O lugar mios visitado desse lugar, é a Boca do Inferno. Pelo nome, você pode imaginar. A fúria do mar contra as rochas, através dos tempos, desenhou-a de maneira fantasmagórica, formando cavernas impressionantes, crateras sem fim, e o rochedo deformado, escuro, contrastando com as explosões brancas das espumas, mais o barulho ensurdecedor dos estrondos das ondas entrando e saindo por entre as rochas indefesas, são o retrato perfeito do insuperável poder de Deus. Você sente as pernas tremerem, talvez por nos depararmos com a leveza, com a fragilidade do Homem diante de tão potente demonstração da Natureza.

         Cascais é uma cidade muito charmosa, pertinho dali, mas tudo muito caro, como Sintra. Rumamos, então, para Estoril. Acomodamo-nos numa pensão: “Casa das Olaias”. A dona, uma senhora paralítica e muito doente, comanda tudo de sua própria cama. Os empregados a respeitam como se ela estivesse no meio deles o tempo todo. Sua cachorrinha “Rita” não a abandona nunca.

         À noite, visitamos o Cassino de Estoril, magnífico: elegância, luxo, exposições, lojas...

         Agora, Lisboa será nossa última cidade em Portugal. Pegamos um enorme congestionamento na entrada da cidade, até a Torre de Belém à margem do Rio Tejo. Lá estava ela, branca, linda, enorme, mas construída com tal zelo e delicadeza, que, mais  lembra uma  caixinha de música.

         O Monumento às Descobertas, parte do complexo da Torre, tem uma inscrição, que eu cheguei a copiar e agora não sei onde guardei, que é um verdadeiro ufanismo épico dos portugueses, uma exaltação linda aos tempos áureos de suas descobertas “d´além mar”.

         Bom, foi comer um pastel de Belém, bem ali, ao lado da Torre, e de onde se pode ver, ao longe, a Ponte 25 de Abril e o Cristo.

         Tomamos, a pé, uma via subterrânea, onde se atravessa a grande avenida, para visitarmos a Igreja de Santa Maria, mas estava fechada por ser uma Segunda-feira.

         Almoçamos no centro da cidade e visitamos o bairro alto da Alfama. Para tal, tivemos de vencer imensas escadarias. As ruas estreitas, o Castelo de São Jorge, a vista da cidade baixa, aos nossos pés, e a paisagem do Rio Tejo, que mais se parece ao mar, tão imenso espetacularmente grande, vale pelo cansaço da subida.

         Descemos, compramos algumas coisas, e comemos castanhas assadas nas brasas. Já no carro, atravessamos a Ponte Vasco da Gama com a sensação de “adeus, Portugal”. E pasmem! Não estava chovendo.

         Em Évora, almoçamos e às dez horas da noite, estávamos em Badajoz, Espanha, no Hotel Cervantes. De manhã, pedimos, dentre outras coisas, café com leite ao garçom do refeitório, e o Antoine pediu um puro (preto). O rapaz, então, apresenta, aos nossos olhares de espanto, uma caixa de charutos, que por lá, é chamado de “puro”.

         A paisagem muda em direção a Mérida, vilarejos murados e casinhas muito brancas, caiadas, lembra a paisagem do México. Toledo é uma beleza à parte, com suas casas, igrejas, rampeares, muros e prédios comerciais em tijolos e pedras vermelhas. Chovia à cântaros. Perdemos o lugar onde havíamos estacionado o carro, e, molhados como pintos, rimos quando Antoine, cansado de “gastar” seu espanhol com todos que encontrava, perguntando sobre o estacionamento, parou uma senhora e lhe disse, simplesmente, no que conseguiu apenas um leve sotaque espanhol: “ Senhora,...estamos perdidos. “Era trágico e cômico ao mesmo tempo.

         À noite, Zaragoza se apresentou deslumbrante à nossa frente. Todos seus monumentos iluminados, e a Igreja da Nossa Senhora do Pilar cujo nome se deve ao fato de  ....

         Bem, mas isso, é assunto para o segundo capítulo da “volta de Portuga.

         À Bientot!!!!


 INGREDIENTES
PARA O MOLHO:
3 colheres de maionese
1/2 caixa de creme de leite
Molho piripiri (ou qualquer outro picante a sua escolha)
1/2 caixa de molho de tomate (a sua escolha)
1/2 colher de molho inglês
2 colheres de vinho do porto ou conhaque
PARA A FRANCESINHA:
3 fatias de pão de forma
Queijo parmesão Presunto
1 bife
1 ovo frito
1 salsicha
3 rodelas de linguiça
Modo de Preparo
PARA O MOLHO:
Basta misturar todos os ingrediente e aquecer.
PARA FRANCESINHA:
Monte cada ingrediente sobre 1 fatia de pão de forma.1ª fatia de pão coloque o bife, uma fatia de queijo, uma de presunto, a salsicha, outra fatia de pão, o ovo, a linguiça e outra fatia de queijo.
Coloque outra fatia de pão.
Cubra toda a francesinha com queijo.
E leve ao forno para derreter o queijo e gratinar um pouco.
Coloque o molho por cima e envolta da francesinha.
Sirva com batata frita.
Uma receita tipicamente portuguesa com toque brasileiro.