sábado, 29 de setembro de 2018




ROCOMBOLE DE CENOURA 

Essa recita era minha favorita  do livro da açúcar União da minha infância  


Receita passada de geração para geração.... fácil, rápido e o mais importante.... delicioso. 



INGREDIENTES



MASSA

  • ½ kilo de cenouras cozidas
  • 2 colheres de farinha de trigo
  • 400 grs de açúcar
  • 4 gemas
  • 1 pitada de sal
  • 2 colheres de manteiga
  • 3 claras em neve

RECHEIO – BABA DE MOÇA

  • 1 vidro de leite de coco
  • 200 grs de açúcar
  • 3 gemas

MODO DE PREPARO



MASSA

  1. Bata as claras em neve, reserve.
  2. Bata todo os ingredientes, menos as claras, no liquidificador por aproximadamente 5 mim. Acrescente manualmente e bem devagar, as claras em neves.
  3. Coloque a massa numa assadeira bem grande, untada com manteiga e açúcar ou papel manteiga e leve ao forno + ou – por 30 min.

RECHEIO – BABA DE MOÇA

  1. Em uma panela, junte o leite de coco e o açúcar. Leve ao fogo, ao levantar fervura retire do fogo e junte 3 gemas batidas. Leve novamente ao fogo e retire quando começar a ferver.

MONTAGEM

  1. Desenforme o bolo encima de um pano de louça untado com açúcar, coloque e recheio e enrole-o com o auxilio do pano de louças. Jogue um pouquinho de recheio em cima

DICA

  1. Para o rocambole não quebrar no momento da montagem, sugerimos enrolar com o bolo e o recheio morno.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018


Moulin de Daudet


         Vocês já ouviram falar no ”Moulin de Daudet”?
         Ele é um moinho a vento com sua torre de pedras calcárias avermelhadas, telhado de ardósia, hélices enormes e muito bem reformadas. Cercado por uma mureta também de pedras, seu pátio segue o contorno arredondado de sua torre. As escadarias de acesso ao pátio são um convite para nos sentarmos em seus degraus e ficarmos simplesmente a olhar a paisagem a nossa volta.
         Em plena montanheta, a caminho de Fontvielle, o velho moinho atrai turistas do mundo inteiro. E o que teria ele de tão especial? Não existiriam outros nas mesmas condições na Provence? É claro, eu respondo, mas não com a distinção de ter sido pintado a óleo por Van Gogh e descrito por Alphonse Daudet em seus livros. Alguns desses escritos, plasmados aqui mesmo, nos degraus do moinho: ”Les Lettres de Mon Moulin”.
         Enquanto descansamos sentados na escada, e após a visita ao museu de Daudet, máquina de fotos à mão, sentimos o cheiro das ervas ao nosso redor: menta, arruda, tomilho, lavanda selvagem e tantas outras que crescem como mato na Provence. Dizem que os coelhos caçados naquela região crescem temperados, já que se alimentam das ervas perfumadas. São também as mesmas ervas que alimentavam a cabra do senhor Serguin, personagens de Daudet em: ”La Chevre de Mr. Seguin”
         No mesmo passeio, podemos seguir em direção de Saint Remy e passarmos pelo hospital onde Van Gogh esteve internado numa de suas famosas depressões existenciais, quando ele se cortou a própria orelha durante uma de suas crises.  
À frente desse hospital, existe um monastério antiquíssimo. Belíssima construção medieval, cuja atração principal é um “Cloitre” lugar magnífico, florido de todas as cores, onde ele, Van Gogh, passava horas e horas meditando. Dizem que os freis tiveram muito a ver com sua melhora.
         Olhar, através das vidraças de seu antigo quarto de hospital, é uma emoção de arrepiar. Mas vc pode pagar um ingresso e ter acesso a uma réplica do quarto onde o pintor se recuperava na época, com seus objetos pessoais, mobília, pintura de parede, tudo como ele deixou.
         Uma vez no “centre ville” de Saint Remy, toma-se um bom café à sombra de um platanus, no Bar de Van Gogh, assim chamado por ser o bar onde ele se reunia com os amigos para pintar ou simplesmente relaxar após vir dos campos escolhidos como temas de suas pinturas.
         Marcas da civilização romana fazem-se presentes de quebra, como um presente, nesses mesmos caminhos, sem desvios, nem perda de tempo. É assim, que, de repente, na paisagem, duas colunas Romanas colossais... mais fotos. À frente, arqueólogos trabalhavam num terreno enorme e esburacado. Uma cidade inteira sendo desencravada. Apogeu dos conquistadores romanos: salas de banhos comunitários, anfiteatro,  mercado, escoadores de água...Tudo ali, à beira do caminho.
         Voltamos com o carro cheirando a ervas de Provence, as quais  aprendemos colher como os franceses, com cuidado, cortando sem retirar as raízes para que elas ainda cresçam ali se voltarmos um dia.
         Como não tivemos sorte de caçarmos um coelho da região, contentamo-nos com uns escargôs bem robustos catados no meio das ervas. Temperado por temperado...
         A Bientôt !!!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Peixada Ubatubana
Frite o quanto de cebola vc goste em azeite e óleo o quanto baste.
Junte alho amassados a gosto
Deixe murchar bem
Tempero pronto de sal com alho, só pra salgar um pouco. Corte tomate bem madurinho e frite junto.
Salpique orégano, cúrcuma, Coentro se gostar, cheiro verde, tempero baiano em pó e abafe tudo uns minutinhos, mexendo sempre.
Ferva um Lutero de água e despeje na panela do refogado.
Vire Também meio vidro de leite de coco.
Espere ferver bem e acrescente umas 3 batatas, 2 cenouras, uma cebolona, pimenta a gosto, um pimentão vermelho. Quando os legumes estiverem quase no ponto, deite as postas de peixe de sua preferência no caldo fervendo.
Deixe apenas 10 minutos sem mexer
Coloque por cima o resto do leite de coco .
Mais uns minutos e estará pronto.
Acerte o sal.
Bom apetit.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Tarasca de Tarascon
Hoje estou com vontade de escrever para vocês a História de Tarascon.
Antes de pisar essa cidade, eu já ouvira meu marido contar, entre uma baforada e outra de cachimbo, a origem do nome de sua cidade natal.
Tarascon, que não raramente eu erro sua grafia, colocando um ”r” a mais, transcrevendo quase foneticamente sua pronúncia:”Tarrascon”, era uma pequena província, muito Antes de Cristo, localizada entre alagados, rios e lagoas.
Quase uma ilha, ela teve sua geografia modificada através dos tempos, e hoje, de suas antigas águas, restaram o Rio Rhône que corta a região e um pouco mais longe, nos arredores de suas vizinhas Arles, Santa Marie de la Mer e adjacências, o famoso “pantanal” francês, a “La Camarga”, região de criação de touros e plantação de arroz.
Mas voltemos àquela pequena Província perdida no mapa antigo da França, numa época em que o mundo estava passando pelo nascimento do Cristianismo, e mal tinha ouvido falar na chegada de um Salvador.
O povo desse lugar andava muito assustado com um monstro horripilante, de tremenda bocarra e que usava da calda para golpear e matar, para depois devorar sem piedade suas vítimas. Não respeitava ninguém. Mulheres, crianças, pescadores, quase toda família do lugar, já havia se enlutado por conta do monstro assassino.
Chamavam-no ”Tarasca” (tarrasca), uma palavra do patuá local.
Ninguém mais queria passar perto do rio. Na cidade havia só luto e desespero. Alguns heróis tentaram livrar a cidade desse meio dragão, meio serpente, mas nada!
O tempo foi passando e o povoado recebeu uma visitante que lá fixou sua morada. Chamava-se Marta. Ela mesma, nada menos que a irmã de Lázaro, ressuscitado por Jesus Cristo.
Era o ano 30 DC, um pouco mais, um pouco menos, e os discípulos e apóstolos Dele, espalharam-se pelo Velho Mundo, pregando a Palavra e levando os fundamentos cristãos. Por isso vamos encontrar Marta à beira do Rio Rhône, onde hoje é o castelo do Roi René, falando ao povo e tentando acalma-los em relação ao monstro assassino. AS rochas, que hoje servem de alicerce para o castelo, escondia a caverna da “Tarasca”.
Marta, numa demonstração de fé diante do povo aflito, benze o animal que dela se aproximava ameaçadoramente. Como que por milagre, o animal se acalma e, como hipnotizado, permite que os homens se aproximem e o matem, livrando o vilarejo do terror em que viviam.
O acontecido espalhou-se convertendo a cidade e atraindo peregrinos de muitos lugares em busca de conforto nas palavras daquela mulher, verdadeiro testemunho de fé.
Hoje, então, Santa Marta para os católicos ou simplesmente Marta para os evangélicos está enterrada no sub-solo da Igreja de Santa Marta, centro de Tarascon que deve seu nome à Tarasca, esse monstro que por muito tempo aterrorizou seus moradores no passado. Turistas do mundo todo, ao visitar o castelo, aproveitam para ver o túmulo da Santa.
Desde a era medieval, um dia do ano é consagrado às lembranças do ato heróico de Santa Marta e à figura da Tarasca, que, feita em papel maché, é arrastada pela cidade pelas mãos dos tarasconeses. É uma grande festa, e as crianças, principalmente, divertem-se ao persegui-la pelas ruas. Ela é verde, tem um rabo de dragão e uma cabeça redonda e cheia de “serras” pontudas como um dinossauro. A barriga enorme e redonda completa a figura do monstro descomunal.
As pessoas foram atrás de uma explicação plausível para essa história e descobriram tratar-se, essa fera, de um crocodilo nativo de terras orientais possa ter vindo parar em Tarascon. Como o povo ocidental da época nunca ouvira falar, nem tivera conhecimento da existência de algo tão pré-histórico e feroz, pensaram tratar-se de um monstro apocalíptico.
É...mas o fato da Santa Marta ter paralisado o monstro a fim de que os homens pudessem matá-lo, permanece ainda em mistério...
À bientot! À toute l´heure!!!!

terça-feira, 4 de setembro de 2018




Pão de Cebola para lanche
Receita da minha sobrinha ZULEIKA (São Paulo)
Coloque no Liquidificador: 3 ovos, 2 copos de leite morno, 50 g de fermento fleshmann, 1 colher de sopa de sal, 1 cebola bem grande picada, uma colher de sopa não muito cheia de açúcar e meio copo de óleo.
Bata, coloque a mistura líquida num grande ball e vá virando, aos poucos e trabalhando com as mãos, mais ou menos um Kg de farinha de trigo até que a massa fique macia e desgrude das mãos.
Sove trabalhando bem a massa, faça pãezinhos e espere crescer um pouco. Eles crescem rápidos.Pincele-os com gema e leve-os ao forno quente. Vigie, pois, assam muito rápido. Corou, assou. Bon apetit!!!!

PASTELZINHO DE BELÉM ou Pastel de Santa Clara.
Pasteizinhos de Porto Bello, uma grande Feira onde se vende de tudo, no centro de Londres.
Ali, um português simpatissíssimo ganha sua vida vendendendo os Pasteizinhos de sua santa terrinha: Lisboa, Portugal.
Em sua lanchonete, encontramos até guaraná brasileiro, coisa raríssima na Europa. Tem até pertencees para uma boa feijoada.
Nem parece que estamos em plena Londres! O paraíso gourmet dos brasileiros.
Eis a receita do:
PASTELZINHO DE BELÉM ou Pastel de Santa Clara.
🥄Massa
1 colher de sopa de manteiga, 1 colher de leite, 1 pitada de sal e trigo até dar ponto de uma massa maleável e homogênea.
🥄Creme
Faz-se uma calda com açúcar e água. Quando estiver "puxa", despeja-se dentro a mistura de 1 copo de leite, 3 gemas e um pedaço de baunilha na fava. Se não encontrares a baunilha, pode colocar gotas da essência dela.Leve ao fogo para cozinhar mas sem deixar levantar fervura.
Forram-se a forminha com a massa,o mais fino que puderes. Enchem -se as forminhas forradas com o creme.