A vendinha
A serpente de terra
Amarela e batida
Dividia o mato
Verde e rasteiro
Num caminho
Estreito e arenoso
A menina por ele corria
Olhando os pedriscos
Que passavam
Sob seus pés
Apressados
Ia comprar farinha
A menina da Vila...
Que bom se o armazém
Nunca nunca mais...
Chegasse...

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